3 de abril de 2009

Não Estrague o seu Dia



A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o Sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.


André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

A Escola Terra


A Terra é abençoada escola para o espírito em evolução.
Cada existência no corpo é um estágio imprescindível ao seu aprendizado.
As dificuldades são lições valiosas.
As provações são testes necessários.
A dor é a educadora por excelência.
Os obstáculos são convites à superação.
O aproveitamento curricular depende do esforço individual.
Não há privilégios e favorecimentos ilícitos.
Toda promoção se baseia nos méritos pessoais.
O próximo é a cartilha viva.
Jesus é o Mestre.


Energia


O final do século XIX e início do século XX foram muito importantes para a humanidade. Deu-se um passo muito grande no sentido da tecnologia. Descobriu-se novos fenômenos, principalmente na escala microscópica, a escala das partículas. Hoje se fala muito na Mecânica Quântica, popularmente chamada Quântica. Nada tem a ver com a teoria desenvolvida pelos mais diferentes cientistas em sua gênese com a forma que ela é apresentada. Hoje em dia a moda é seguir as idéias revolucionárias – que na realidade não apresentam qualquer novidade – do livro/filme “O Segredo”; e também do cultuadíssimo “Quem Somos Nós”. É verdade que a Mecânica Quântica mudou a forma de enxergar a Vida – o que é realidade e o que não é – através do conceito de dualidade de manifestação elétron, ora massa ora onda. Então aparece uma famosa frase: “infinitas possibilidades”. E aí começa toda confusão.


A verdade é que muitas teorias desenvolvidas nos séculos XIX e XX mudaram a cara da Ciência, de exata para não-exata, como é o caso da Mecânica Quântica. Uma nova filosofia apareceu. Novos pensamentos deram margem a todas as fantasias existentes hoje em dia. Einstein foi um grande cientista que contribuiu para diversas áreas da Ciência, como a Astro-Física e a Física Nuclear. Sua célebre equação E=m.c2 também transformou o modo de ver a matéria. A relação massa/energia nos dá a idéia de tudo no Universo conter, ou melhor ainda, ser energia. A própria massa é energia condensada.


São pensamentos recém reaparecendo no mundo através da Ciência. Mas tantas outras áreas do conhecimento já tinham pensamentos sobre energia. Pensamentos ignorados pela “imbatível” Ciência. A Filosofia-Religião, ou simplesmente, a espiritualidade asiática tem pensamentos que falam em energia, não com a linguagem científica, mas com suas próprias palavras. Muitas idéias foram veladas com o passar do tempo pelo dogmatismo religioso. Mas uma pessoa se aventurou e trouxe uma nova concepção de energia no início do século XX. Foi Mikao Usui que redescobriu o Reiki. O Reiki é muito mais que Religião, Ciência, ou Filosofia, transcende as áreas do conhecimento humano para uma experiência de vida. Um contato único com o Cosmos, a união com o Todo. O Reiki evoluiu de uma técnica da medicina alternativa para uma possibilidade de entrar em contato com mestres responsável pela evolução de nosso planeta. É muito mais que um tratamento energético... é o contato com as energias mais sutis do Cosmos. É um passo que se dá rumo ao infinito.



1 de abril de 2009

1 de Abril, tenha cuidado

Hoje é o dia primeiro de abril, Dia da Mentira. Esse dia tem origem na mitologia nórdica através do deus Loki, o deus do fogo. Como todo deus, tem suas características próprias, senhor da trapaça, dos truques e do sexo. Sempre armando brincadeira maliciosas e perigosas contra os deuses, foi preso por Odin em uma caverna escura.
Mais informações: Wikipedia
Esse dia tem em especial justamente as brincadeiras sem maldades, mas maliciosas, e que podem gerar grandes transtornos. Principalmente para quem as faz. Por afinidade vibratória as pessoas que praticam tais brincadeiras estão atraindo e dando liberdade para entidades baixas agir da forma que quiserem. Além das brincadeiras que podem trazer consequencias danosas, o "brincalhão" estará doando cota de suas energias para essas entidades umbralinas e tantas outras que as acompanham. Então, tenha cuidado com as brincadeiras...


OS DUENDES


A intervenção de seres incorpóreos nas minúcias da vida privada, faz parte das crenças populares de todos os tempos. Não pode, sem dúvida, caber no pensamento de uma pessoa sensata tomar ao pé da letra todas as lendas, todas as histórias diabólicas e todos os contos ridículos, que se gosta de contar ao lado do fogo. Entretanto, os fenômenos, dos quais somos testemunhas, provam que esses próprios contos repousam sobre alguma coisa, porque o que se passa em nossos dias, pôde e deveu se passar em outras épocas. Que se aparte, desses contos, o maravilhoso e o fantástico dos quais a superstição os vestiu ridiculamente, e se encontrarão todos os caracteres, fatos e gestos dos nossos Espíritos modernos; uns bons, benevolentes, prestativos em servir, como os bons Brownies', outros mais ou menos traquinas, espertos, caprichosos e mesmo maus, como os Gobelins da Normândia, que se encontra sob os nomes de Bogles na Escócia, de Bogharts na Inglaterra, de Cluricaunes na Irlanda, de Puckas na Alemanha. Segundo a tradição popular, esses duendes se introduzem nas casas, onde procuram todas as ocasiões de brincar maldosamente: "Eles batem nas portas, deslocam os móveis, dão golpes sobre os barris, batem no teto e no assoalho, assoviam baixinho, produzem suspiros lamentosos, tiram as cobertas e as cortinas dos que estão deitados, etc."
O Boghart dos Ingleses exerce particularmente suas malícias contra as crianças, às quais parece ter aversão: "Arranca, freqüentemente, sua fatia de pão com manteiga e sua tigela de leite, agita, durante a noite, as cortinas de seu leito; sobe e desce as escadas com grande ruído, joga sobre o assoalho as baixelas e os pratos, e causa muitos outros estragos nas casas."
Em alguns lugares da França, os Gobelins são considerados como uma espécie de fantasmas domésticos, que se tem o cuidado de nutrir com iguarias, as mais delicadas, porque eles trazem, aos seus senhores, o trigo que furtam dos celeiros de outrem. É verdadeiramente curioso encontrar essa velha superstição, da antiga Gália e entre os Borussianos do século X (os Prussianos de hoje). Seus Koltkys, ou gênios domésticos, vinham também roubar trigo dos celeiros para levarem à aqueles de quem gostavam.
Quem não reconhece, nessas traquinagens, - à parte da indelicadeza do trigo roubado, do qual é provável que os autores se desculpavam em detrimento da reputação dos Espíritos - quem, dizemos, não reconhecerá nossos Espíritos batedores e aqueles que podem, sem lhes injuriar, ser chamados de perturbadores? Que um fato semelhante àquele que nos reportamos, mais acima, dessa jovem de Panoramas, tivesse se passado no campo, teria sido, sem nenhuma dúvida, levado à conta do Gobelin do lugar, depois de amplificado pela imaginação fecunda das comadres; não faltará ter visto o pequeno demônio pendurado na campainha, zombando e fazendo caretas aos tolos que iam abrir a porta.

COMENTÁRIO

Livro : DEFINIÇÕES ESPÍRITAS
DUENDE: Pode-se compreender sob esta denominação certos Espíritos levianos, mais esperto e maliciosos do que maus, e quês e comprazem em nos provocar pequenos vexames e pequenas contrariedades. São ignorantes, mentirosos e debochados: os turbulentos do mundo espiritual. Sua linguagem é raramente grosseira; eles se comprazem nos gracejos e simpatizam com as pessoas de caráter leviano. Seria perda de tempo e se expor a ridículos enganos endereçar-lhes questões sérias. (ver Espíritos brincalhões)

ESPÍRITOS BRINCALHÕES: Espíritos levianos, cujo caráter dominante é a alegria, a despreocupação e a travessura. Quando eles enganam é mais por malícia que por maldade; há-os bastante espirituosos, e que se distinguem por uma linguagem fina, mordaz e satírica, geralmente cheios de presença de espírito.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS
Questão 103:Nona classe: Espíritos levianos
São ignorantes, maliciosos, inconseqüentes e zombeteiros. Envolvem-se em tudo, respondem a tudo, sem se preocupar com a verdade. Comprazem-se em causar pequenos desgostos e pequenas alegrias, atormentar e induzir maliciosamente ao erro por meio de mistificações e espertezas. A esta classe pertencem os Espíritos vulgarmente designados sob nomes de duendes, trasgo (espírito elementar), gnomos, diabretes. Estão sob a dependência dos Espíritos Superiores, que se utilizam deles, muitas vezes, como fazemos com os nossos servidores. Nas suas comunicações com os homens, a linguagem é algumas vezes espirituosa e engraçada, mas quase sempre sem profundidade. Compreendem os defeitos e o ridículo humano, exprimindo-se em tiradas mordazes e satíricas. Se usam nomes supostos, é mais para se divertir conosco do que por maldade.

Livro : DEFINIÇÕES ESPÍRITAS
Espírito elementar: Espírito considerado em si mesmo e abstração feita de seu perispírito ou envoltório sem-imaterial. Esta qualificação é algumas vezes dada a certas categorias de Espíritos, como silfos, os gnomos etc..., porque segundo a crença vulgar são considerados como ponto de partida dos seres do mundo invisível, o que não é exato.


SALA FILOSOFIA ESPÍRITA
ESTUDO REVISTA ESPÍRITA – JANEIRO – 1858 DIA: 30/06/2006 HORA: 21 HS
Leitura: RE- JANEIRO -1858 – OS DUENDES
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Crianças Índigo Não Existem

Nos últimos anos cada vez mais é frequente assassinatos macabros e frios de crianças e adolescentes contra escolas, familiares, etc. É um assunto delicado e que gera muita polêmica. Surgiu a definição de crianças Índigo para essa classe de espíritos perturbados. Trouxe mais um texto que fala muito bem sobre esses espíritos, que ao meu ver são muito devedores e foram trazidos de outros planetas que já tiveram sua evolução coletiva, não restando mais chances para os Índigos. Como nosso planeta ainda está atrasado eles foram trazidos para cá com o propósito de receber essa chance de evoluir junto à nós.


Crianças Índigo Não Existem

Uma criação do mercado de auto-ajuda norte-americano confunde pais e professores misturando misticismo e educação.

De vez em quando surge um modismo. Um dos atuais são as crianças índigo. A idéia surgiu entre palestrantes de auto-ajuda norte-americanos.

Criança índigo é uma hipótese criada por Lee Carroll e Jan Tober em suas palestras. Eles leram um livro sobre cores de “auras”, escrito pela espiritualista Nancy Tappe em 1982, no qual a escritora imaginou o surgimento de crianças superdotadas relacionando suas auras com a cor índigo, ou azul-escura.

Carroll e Tober acreditam que esses seres finalmente chegaram. As crianças índigo seriam líderes de uma nova civilização. O mundo será transformado por elas e então surgirá uma nova era. Outro palestrante de auto-ajuda, Robert Gerard, opina: “Os índigos vieram para servir ao planeta, aos pais e aos amigos como emissários do céu e disseminadores da sabedoria. Para mim são emissários do criador“.
A Nova Geração

Mas o que interessa esse tema ao Espiritismo? Desde 1868, os Espíritos anunciaram no livro A Gênese a chegada da uma nova geração. Pode-se considerar a percepção dos norte-americanos quanto a essa mudança a constatação de um fato natural: “A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito toda geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. A época atual é de transição, assistimos à partida de uma e à chegada da outra“.

Até aqui, tudo bem, mas segundo os escritores que defendem as crianças índigo elas são identificadas como extremamente inteligentes, só que também agem com orgulho, agressividade e prepotência. Na descrição feita pela Doutrina Espírita, conforme descrito em A Gênese, a nova geração se destaca pelo “sentimento inato do bem e nas crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento interior“.
A marca da Nova Geração é a Fraternidade.

A descrição das crianças índigo revela seres com um grande desenvolvimento intelectual, mas com imaturidade emocional ainda maior. Elas não têm paciência com os mais simples, preferem o isolamento, são dispersas, ficam traumatizadas quando erram e frustradas quando suas idéias não são aceitas. A mãe de uma delas descreve: “Desde a pré-escola tinha sido hiperativo, respondia mal aos professores, queria fazer tudo à sua maneira e era manipulador, percebendo a maneira de ser das pessoas e usando isso contra elas“, conta no livro Criança Índigo de autoria de Lee Carroll e Jan Tober.

“Se uma delas é trancada em um quarto, irá rabiscar as paredes e arrancar os tacos ou o carpete do chão. Tornam-se destrutivos“, afirma a espiritualista Nancy Tappe, na mesma obra.
Com o Rei na Barriga

Ryan Maluski é um jovem de 20 anos considerado índigo por Caroll e Tober. “Desde pequeno me senti muito diferente e só. Se quiser uma descrição ainda mais precisa, me sentia como um rei trabalhando como empregado e tratado como escravo“, relata. Quando tinha 2 anos, Ryan visitou o circo com os pais: “Veja os palhaços e os elefantes!”, disse sua mãe bastante animada. Inesperadamente seu filhou lhe virou um tapa no rosto, e continuou a assistir ao espetáculo. O mais incrível é um médico ter repreendido a mãe por ter estimulado a criança. “Da próxima vez, deveria deixá-lo mais à vontade para fazer as coisas ao seu modo“, afirmou (!).

Liberdade e falta de educação são coisas diferentes. Educar significa saber quando dizer não e quando dizer sim. Limites são balizas da educação. Parece que a cultura norte-americana está perdendo completamente essa noção.

Um comentário de Nancy Tappe é surpreendente: “Todas as crianças que mataram colegas de escola ou os próprios pais, com as quais pude ter contato, eram índigos. Trata-se de um novo conceito de sobrevivência. Todos nós possuíamos esse tipo de pensamento macabro quando crianças, mas tínhamos medo de colocá-lo em prática. Já os índigos não têm esse tipo de medo“, relata no livro Criança Índigo.
Uma Proposta Perigosa

Crianças índigo não existem! Em verdade, são espíritos com a missão de superar seu exaltado orgulho, aproveitando as últimas chances neste planeta para mudar de rumo. Os pais devem esclarecer a relativa importância do desenvolvimento intelectual quando a evolução moral é negligenciada. O educador desatento, entregue às falsas idéias sobre crianças índigo, poderá considerar o autoritarismo e malcriação como indício de superioridade. Terrível engano! Agem ainda pior os pais que, obedecendo ao modismo, exibem seus filhos com orgulho, declarando serem índigos. A criança pode até fingir não perceber quando é elogiada. Parece distraída enquanto os pais contam os feitos maravilhosos tomando café com as visitas. Contudo, está atenta, e a tudo observa. Ao perceber que seu comportamento contenta os pais, ela repete e os acentua, condicionando ainda mais seus hábitos presunçosos.

Este é um dos maiores perigos da tese das crianças índigo: quando os pais se deixam manipular pelos filhos, seduzidos pelas habilidades intelectuais precoces, eles estão falhando em sua missão educativa.

Modismos continuarão existindo. De olho nas vendas, autores norte-americanos já inventaram as crianças crystal. E a mais recente descoberta são as rainbow, ou “crianças arco-íris” como ficarão conhecidas em nossas terras se aqui aportarem.

Se lidos esses livros, como todos, é necessário separar o joio do trigo. E sem bom senso para distinguir um de outro, corre-se o risco de ser arrebatado pelo canto da sereia do falso profetismo, como adverte o Evangelho: “Levantar-se-ão muitos falsos profetas que seduzirão a muitas pessoas e, porque abundará a iniqüidade, a caridade de muitos esfriará” (Mateus, 24:11).
A Missão dos Pais

A regeneração do planeta não se dará por uma simples substituição dos espíritos atrasados por superiores vindos do espaço. O mundo futuro “não se comporá exclusivamente de espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração“, completam os Espíritos, também em A Gênese.

Todo pai quer ver em seu filho uma criança especial ou justificar sua frustração diante de crianças difíceis. Isso explica o sucesso dessas idéias. Mas qual criança não é especial? Todas elas nos desafiam a perceber seus valores e distinguir seus defeitos no trabalho da educação. A vida no lar é a oportunidade para pais e filhos compreenderem suas almas. Mas ninguém vira santo do dia para a noite. O começo é uma mudança de propósitos:

“A regeneração da humanidade não exige absolutamente a renovação integral dos Espíritos: basta uma modificação em suas disposições morais. Essa modificação se opera em todos quantos lhe estão predispostos, desde que sejam subtraídos à influência perniciosa do mundo. Assim, nem sempre os que voltam são outros espíritos; são com freqüência os mesmos, mas pensando e sentindo de outra maneira“, conclui Allan Kardec, num dos últimos parágrafos de A Gênese.

E os incrédulos que acham tudo isso motivo de riso? Estes, diante da morte, “viverão, a despeito de si próprios e se verão, um dia, forçados a abrir os olhos“. E com essa frase Kardec encerra o livro.
Crianças de um Mundo Novo

As crianças do mundo regenerado serão espíritos sem preconceitos, criativas, inteligentes e amorosas. Diante de pessoas menos inteligentes agirão com humildade, valorizando-as para que se sintam melhores. Despreocupadas de si mesmas, voltarão sua atenção para auxiliar exatamente os menos capacitados, os reconhecendo como iguais, por terem os mesmos valores em potencial nas almas - as diferenças restringem-se à idade do espírito, alguns são mais velhos e outros mais novos. A atitude dessas crianças será de respeito, esperança e compaixão. Acima de tudo, seu lema será a fraternidade. Seus instrumentos serão caridade, diálogo e senso de justiça.


Fonte: Revista Universo Espírita.
Por Paulo Henrique de Figueiredo
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Meditação da Árvore da Vida



A meditação da Árvore da Vida pode servir para muitos propósitos. Nos ajuda a relaxar em todos os níveis. Ajuda a nos centrar e conectarmos com a Mãe Terra e o Pai Céu. E nos ajuda a lembrar de nós mesmos. Eu apresento agora os fundamentos desta meditação, espero que seja de grande ajuda em sua jornada na terra.

Sente-se em uma posição confortável. Tome algumas respirações lentas e profundas. Respire pelo seu nariz e estômago. Quando seu estômago estiver cheio de ar, comece a encher os pulmões. Lentamente solte o ar de seu pulmões e estômago. Se você sentir falta de ar, então simplesmente encha de ar o estômago e não seus pulmões. Acima de tudo, uma respiração deveria ser confortável e relaxante para você.

Agora imagine um raio de luz saindo de seu coração e estendendo-o abaixo de você na terra. Permita sentir a energia que flui de sua espinha para o solo. Onde seus pés tornam-se raízes que aprofunda-se em baixo da terra. Sinta as raízes que estendem de seu corpo. Como se elas fossem parte de você; e sinta-as penetrando na terra.
Agora, direcione sua consciência para seu coração e imagine outro raio de luz saindo da sua cabeça indo em direção ao céu. Sinta que esse raio transforma-se em galhos com folhas verdes, subindo cada vez mais alto em direção ao ceú.

Puxe por seu galhos a energia do céu, e leve-a para a terra. Deixe-a fluir por suas raízes. Deixe-a fluir profundamente em seu coração, como para todas partes de seu corpo. Deixe dissolver toda sua dor, medo e frustração. Relaxe completamente. Procure alimentar-se dessa energia. Permita que esse raio que saiu de seu coração, transforme você completamente numa árvore. Sinta sua pele ficando rígida até tornar-se um tronco forte e vigoroso como uma árvore. Sinta a energia que flui dentro, abaixo e acima de você. Você tornou-se uma árvore viva. Sinta-se como uma árvore. Não imagine que a está vendo de longe. Tente ao invés disso, simplesmente ser a árvore. Você é uma árvore! Imagine como uma árvore sente ao puxar a água e outros nutrientes por suas raízes que estão ligadas a Mãe Terra. Sinta! Imagine como uma árvore se sente ao puxar o ar e umidade do Pai Céu. Sinta! Imagine como uma árvore sente seu alimento fluindo por seu tronco de cima a baixo. Sinta!

Você é o centro de energia, arraigado firmemente entre o céu e a terra. Você está em equilíbrio perfeito com você e com todas as coisas. Sinta a maravilha e a beleza desta conexão. Sinta a paciência infinita da árvore. Sinta a alegria de simplesmente estar vivo. Sinta o poder de ser um com todas as pessoas e coisas, de conhecer seu lugar neste mundo, de se conhecer verdadeiramente. Transforme-se!

Permita-se experimentar tudo isso, até que você sinta o desejo de despertar sua consciência. Pode sentir como um puxão em seu estômago, ou uma memória lânguida que tenta aflorar na sua mente. Sinta um esfera de energia encolhendo ao redor de você, até atingir o seu coração e, desaparecer. Sinta-se humano mais uma vez. Sinta sua respiração lenta e profunda. Permita sentir sua conexão para terra e céu pelas raízes e galhos da árvore da vida. Sempre que você estiver conectado com a Mãe Terra e o Pai Céu; você será a criança deles. Agradeça-os por se lembrar de ser filho deles, e dê graças por ter tido a coragem de se lembrar. Agora tome algumas respirações mais profundas e lentas.
Se você tem um trabalho xamânico para fazer, você pode começar deste ponto. Caso contrário, você pode abrir seus olhos lentamente e pode despertar sua consciência. Sinta a alegria de estar vivo, sentindo a maravilha e alegria de seu próprio corpo vivendo e movimentando-se.


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31 de março de 2009

Equilíbrio energético




Este é um pequeno exercício meditativo para repor o seu nível energético, ficando receptivo às energias do universo...

Mantenha-se de pé num sítio onde não será incomodado, com os seus pés um pouco afastados, na direcção dos seus ombros, e braços ao longo do corpo. Feche os olhos e respire profundamente algumas vezes. Faça um pequeno relaxamento. Pode-se imaginar num local único na natureza. Imagine que dos seus pés saem raízes como as de uma árvore, raízes que o mantêm firme, equilibrado, preso à terra debaixo de si.

Sinta o sol na sua pele, sinta-o aquecê-lo, dar-lhe vida e luz. Sinta o vento soprar os seus cabelos, balançá-lo suavemente. Permita-se mover-se um pouco conforme o que sente de tudo o que o rodeia. Os seus pés bem firmes e enraizados no chão não mexem, mas o seu corpo fica fluido. Deixe os seus braços e mãos soltos, permita o que sentir. Inspire a energia do sol, do vento, do resto do ambiente que o rodeia. Respire a beleza desse local no meio da natureza. Sinta o embalar de todas essas energias que chegam até si até se sentir sorrir, até se sentir totalmente preenchido, pleno dessa serenidade vibrante. Sinta tudo isso um momento, respire esses sentimentos bons e deixe que eles fluam por si.

Por fim, veja as raízes voltarem aos seus pés e lentamente abra os olhos, ao seu ritmo. Se preferir pode-se deitar um pouco de seguida... sentindo... saboreando apenas.


por Sofia Morgado; Universo de Luz